Há algum tempo penso em escrever sobre o assunto.
Vai parecer para alguns, sempre os mesmos, que é paranóia de "esquerdista" mas vejamos se tem lógica.
Temos visto recentemente uma onda de defesa da democracia nos países do norte da África e Oriente Médio, o que nos parece salutar haja vista as pessoas que estavam/estão no poder.
O interessante é o posicionamento americano durante as "revoltas populares".
Vejamos:
1 - Na Tunísia não tomaram nenhuma atitude em prol dos "revoltosos" (O país não é exportador de petróleo).
2 - No Egito também não (Mubarak era aliado americano).
3 - No Yemên idem (O presidente também era solícito para com os yankes).
4 - Já quanto a Líbia, o ocidente cristão e defensor da democracia solta bombas à vontade (exportador de petróleo).
5 - Em outros países árabes as revoltas pipocam e "eles" fazem apenas "comentários/sugestões"...
6 - Israel possuem várias decisões da ONU sob devolação de terras, ataque aos palestinos, propostas de sanções e os EUA não tomam nenhuma atitude séria.
Dois pesos, duas medidas? Ora senhores se defedem a democracia e o direito a todos tem que ser para TODOS, ou alguns são melhores que outros e tem que ficar de fora da "listinha"...
Para os amigos tudo, para os inimigos a "lei"....
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