| Informativo da Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil - 29 de Março de 2011 |
| Para Contraf-CUT, mudanças trazem inquietação sobre futuro dos bancos públicos |
| As mudanças que estão sendo promovidas nos bancos públicos geram um clima de insegurança e tensão entre os trabalhadores dessas empresas e trazem um ponto de interrogação sobre o papel que as instituições financeiras públicas devem desempenhar na gestão Dilma Roussef. Para a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), não deveria haver mais espaço para dúvidas sobre a missão dos bancos públicos federais depois da atuação decisiva que desempenharam na contenção da recente crise financeira e econômica mundial. Atuando como agentes do governo, foram fundamentais para inverter a lógica que estava sendo imposta pelo mercado, mantendo ativo o fluxo de crédito, assegurando a continuidade do desenvolvimento econômico e social do país e gerando milhões de empregos em todos os setores e regiões. Na verdade, no início da crise mundial, os bancos federais, especialmente o Banco do Brasil, hesitaram entre seguir o mercado privado e exercer seu verdadeiro papel de agentes públicos. Foi preciso o então presidente Lula demitir o presidente do BB na época, para impor uma correção de rota. O sistema financeiro hoje está indo na contramão de um dos principais compromissos da presidente Dilma Roussef: o de acabar com a miséria em seu governo. O Brasil é o campeão da desigualdade. E a rentabilidade recorde do sistema financeiro nacional, incluídos os bancos públicos, às custas das taxas de juros e spreads mais altos do mundo, é hoje o maior programa de concentração de renda. A Contraf-CUT entende que, ao eleger Dilma Roussef, o povo brasileiro sinalizou com clareza o que espera do governo federal e dos bancos públicos: fomentar o crédito a taxas de juros e spreads justos, para assegurar a continuidade do desenvolvimento econômico e da inclusão social das dezenas de milhões de brasileiros que ainda vivem na miséria e na pobreza. As direções dos bancos públicos federais devem, portanto, ser compostas por profissionais comprometidos com esse projeto, e não por pessoas ligadas ao mercado, com visão voltada para a competição e à busca da rentabilidade via enxugamento e encarecimento do crédito. Preocupada com essa situação, a Contraf-CUT está solicitando audiência com o governo federal para apresentar sua posição com relação ao papel que os bancos federais devem cumprir no sistema financeiro. Devem ser indutores do desenvolvimento - e não meros competidores no mercado. Fonte: Contraf-CUT |
Postagens populares
-
Tenho refletido muito ultimamente. Principalmente por causa da greve dos bancários. O que acontece com algumas pessoas quando chegam ao po...
-
"08/10/2010 Greve forte leva BB à retomar negociação com o Comando nesta segunda Crédito: Seeb Brasília Seeb Brasília O Comando Nacion...
-
Pessoal, quando cheguei em casa à noite no dia 17/08 acessei meus e-mails e tinha um da grandiosa ANABB no qual constava um link para acessa...
-
Prestem atenção neste informe de 2008... "17/09/2008 Comissão de Empresa e BB negociam questões específicas dias 23 e 24 Finalmente, ...
-
A direção do BB realmente anda bebendo na fonte tucanóloga, absorvendo o espírito privatista e atitudes antisindicais, antitrabalhistas e at...
terça-feira, 29 de março de 2011
Comunicado da Comissão
Assinar:
Postar comentários (Atom)
Nenhum comentário:
Postar um comentário